segunda-feira, 16 de maio de 2016

MINHA REFLEXÃO ADVINDA DO PLANO EXTRAFÍSICO ( EU ACHO.... rsrsrs)




MIASMA ESPIRITUAL,  é uma vibração totalmente negativa, que causa transtornos espirituais e mentais. Este tipo de miasma espiritual é formado por um conjunto de palavras e de pensamentos negativos, que nós mesmos causamos ou causados por outras pessoas.

MIASMA= sujeira, matéria pútrida, poluição, o que pode causar danos e doenças.

(significados retirados da internet)

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 Sejamos um miasma cósmico ou não, o importante é que se temos a capacidade de julgar as nossas próprias ações no intuito de discernir se estamos agindo de forma ética, correta, respeitando o espaço do outro, isto já nos é um indicativo claro de que estamos trabalhando na nossa  auto melhoria/ autotransformação. E quando há esta intenção de auto corrigenda já estamos deixando de ser miasmas cósmicos.

Sabemos que a mente humana e seus corredores complexos ligados a processos do inconsciente e subconsciente pode nos levar a atitudes impensadas e completamente destoantes daquilo que nosso ‘eu’ em profundidade nos pede; por isto que é puramente indispensável o DISCERNIMENTO em todas as nossas ações (especialmente aquelas que nos tragam consequências efetivas, para nossa realidade atual).

[nossa mente é complexa, o nosso histórico de todas as vivências em existências anteriores fica registrado na consciência cósmica, a qual, no nível humano comum, fica escondida/ encapsulada, não há o acesso livre à consciência em sua completude. Condutas, antipatias, simpatias, medos, fobias, são exemplos de elementos que trazemos também destas vidas anteriores. Muitos deles tomam formas na vida atual que não compreendemos a razão de seu manifesto ( pois eles advém da mente inconsciente e subconsciente, com origem na nossa memória cósmica) e daí, de alguma maneira, estes elementos tem o certo poder de influenciar a  nossa vida  atual, nos aprisionando, nos fazendo agir de formas impensadas. Daí a necessidade do discernimento, do julgamento racional diante das circunstâncias e eventos que se nos apresentem como promotores de nossa recaída em erros. É desta forma que vamos laborando a nossa conduta, conduzindo a nós ( espíritos eternos) a formas mais refinadas de compreensão, nos libertando destas amarras que foram trazidas do passado.]
 


Eu bem sei o que um certo grau de impulsividade pode fazer numa vida. O que é agir de modo agressivo (talvez) e impensado, porque  a  vida nos cobra respostas demais e o tempo inteiro, e na intenção de nos proteger, escondemos  a nossa verdadeira natureza, delegando o poder de nossas vidas às circunstâncias externas.
[impulsividade pode ser um meio de fugir da dor. A dor de várias origens e finalidades, em especial aquelas que mexam com o sentido de ser. A vida, nos seus aspectos atuais, nos cobra tantas respostas, tantas posturas e nos sentimos perdidos diante delas. Sem conseguir um acordo entre o que realmente queremos e o que o mundo tenta nos exigir, a impulsividade e a arrogância são os meios de defesa de personalidades que ainda sejam muito frágeis em seus propósitos existenciais, e assim, são arrastados por estas exigências e cobranças, as quais não se encaixam com o verdadeiro sentido de suas vidas. As circunstâncias externas apresentam um poder tão grande que  o indivíduo, muitas vezes,  acaba se perdendo  em condutas não muito desejadas, e o poder que devia estar em suas mãos acaba sendo direcionado a fatores externos. É necessário um certo grau de disciplina no bem, para que não se perca, para que não voltemos a gerar mais miasmas pestilenciais sobre nós mesmos e sobre o mundo]


O medo da reprovação, de não ser aceito, de não ser amado são fantasmas com os quais temos que conversar. A cultura nos exige posturas adequadas ao padrão vigente, e isto tem o poder letal para nos fazer definhar até as últimas consequências. Mas de que adianta seguirmos uma conduta se ela não está de acordo com o que verdadeiramente queremos, àquilo que nos enche o espírito, nos enleva a alma à configurações de existência que nos dão vontade de viver ainda mais?
[Medos inúmeros são miasmas que criamos a nossa volta, muitos de origem ( como já foi dito ) interna e externa. Nossa mente tem a força criadora, então, tudo o que se sente ou faz se intensifica por este poder, principalmente os pensamentos terríveis, por a Terra ainda estar repleta de energias com o mesmo padrão vibracional, elas tendem a ser mais fortes. Mas como em essência primeira somos luz, é necessário o nosso esforço no intuito de mudar estas energias-  mesmo que a conta gotas -  para que a Luz possa abundar dentro e fora de nós. Ter discernimento sobre o que verdadeiramente se quer, e lutar por isto a todo momento, mesmo que tenha que modificar algumas coisas para alcançar o tão sonhado patamar de consciência ]
 

Se por enquanto não podemos seguir a tudo aquilo que nossa consciência espiritual nos impulsiona , que façamos então aos pouquinhos, dando passos pequenos, relativizando aquilo que sua consciência diga que naquele momento tem que ser relativizado. 

Confrontar o ego, ter consciência dos seus próprios princípios, se perdoar por aquilo que você ainda não é capaz de oferecer para si mesmo e para os outros são elementos fundamentais para ir transformando o ‘miasminha’ que ainda sejamos nos diversos departamentos de nossa existência.

Fazer um trabalho de formiguinha é muito melhor que ficar parado como um poste. O agir de forma pequena , em doses homeopáticas, no entanto sistemática, vai sim trazendo resultados. Estes resultados vão se acumulando e transformando a nossa vida, a nossa história, a nossa essência. É mais saudável um agir paulatino, respeitando o próprio ritmo, quem atualmente somos, mas num trabalho ininterrupto para nossa própria iluminação. Estaremos assim fazendo um bom trabalho para nós, para os outros, para o mundo, no nosso pequeno mas continuado agir no bem. É um presente para nossa consciência cósmica que vai nos ajudando a elucidar a pergunta que volta e meia nos fazemos: quem somos nós?

Selma Regina, Aracaju - Sergipe - 16/05/2016

terça-feira, 10 de maio de 2016

Você é um Agente do Bem no Mundo?



Você é um Agente do Bem no Mundo?

Selma Regina – Aracaju-Sergipe – 10 de maio de 2016

- Porque as pessoas ainda costumam se comportar como agentes sugadores e não promotores da felicidade genuína na Terra.

Esta foi a resposta audível à consciência de alguém que observava estática a possível inconsciência humana...


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Muitos são os sugadores de oportunidades, os amigos apenas da boa-hora, as caras felizes quando se desestabiliza um sistema que procura equilibrar-se da melhor forma.

Quantos de nós, verdadeiramente , objetivamos trazer nosso melhor ao mundo? Quantos de nós, inegavelmente, desejamos e buscamos fazer o melhor também às vidas dos demais, de forma solidária e desprendida? Que contribuição você tem dado àquelas pessoas que estão dando o seu melhor ao mundo, muitas vezes se desgastando, a ponto de cogitar que não valeria tanto a pena lutar por pessoas que NÃO ESTÃO NEM AÍ para o esforço e boa-vontade delas? Estas perguntas só uma consciência que esteja lúcida poderá responder sem barreiras.

Muitos são os que se comportam como vítimas contumazes, a ponto de instigarem uma situação desconfortante para propelir alguns indivíduos a agirem de modo que não gostariam. Pessoas que saem com o coração amargurado por ter de agir como um chato, por conta da incompreensão e até mesmo do destrambelhamento de ordem emocional daquele que , por mais sejam avisados, tendem a repetir os mesmos erros, a agir da mesma forma, a decair nas mesmas condutas.

Temos de pensar, minha gente, o que queremos de verdade numa situação ou contexto. Temos que ser verdadeiros primeiro conosco. Não seria lúcido perguntar assim: ‘Por que eu estou agindo desta maneira se sei não ser lícito?’. ‘Por que eu tenho este desejo oculto de ser oposição? ’Quero chamar a atenção? Quero ser melhor? Quero irritar? Qual o meu propósito? Por que eu insisto tanto em fazer algo que já sei pra não ser feito de tal forma? Temos que perguntar isto de forma concisa e PROFUNDA! Temos que olhar no espelho e perguntar à imagem que se nos apresenta: - Você é um Agente do Bem no Mundo?

Falsos moralistas, falsos amigos, falsos desejos de realmente contribuir nos rodeiam a mancheias. Se pelo menos fôssemos empáticos, sentiríamos  a necessidade real de contribuir com o crescimento do bem. A preguiça, misturada à vaidade, e, mais ainda , sendo irmã gêmea da inconsciência são os fatores basilares de uma cultura que se arrasta pelos vales da insensatez e se imiscui na safadeza de ser um ser humano que não prima verdadeiramente por evoluir e aprender e muito menos ajudar aos outros ou a um sistema.

Paciência, tolerância e indulgência só são necessárias até certo ponto. Depois disto se torna comportamento permissivo com a obsessão alheia.

A cultura de tirar vantagem ao máximo, do fazer  de conta que eu estou completamente certo e o outro errado ,da procura por irritar de forma sistemática, com a finalidade de, ou chamar a atenção, ou simplesmente quebrar uma harmonia é simplesmente comportamento obsessivo e desagregador.