terça-feira, 10 de maio de 2016

Você é um Agente do Bem no Mundo?



Você é um Agente do Bem no Mundo?

Selma Regina – Aracaju-Sergipe – 10 de maio de 2016

- Porque as pessoas ainda costumam se comportar como agentes sugadores e não promotores da felicidade genuína na Terra.

Esta foi a resposta audível à consciência de alguém que observava estática a possível inconsciência humana...


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Muitos são os sugadores de oportunidades, os amigos apenas da boa-hora, as caras felizes quando se desestabiliza um sistema que procura equilibrar-se da melhor forma.

Quantos de nós, verdadeiramente , objetivamos trazer nosso melhor ao mundo? Quantos de nós, inegavelmente, desejamos e buscamos fazer o melhor também às vidas dos demais, de forma solidária e desprendida? Que contribuição você tem dado àquelas pessoas que estão dando o seu melhor ao mundo, muitas vezes se desgastando, a ponto de cogitar que não valeria tanto a pena lutar por pessoas que NÃO ESTÃO NEM AÍ para o esforço e boa-vontade delas? Estas perguntas só uma consciência que esteja lúcida poderá responder sem barreiras.

Muitos são os que se comportam como vítimas contumazes, a ponto de instigarem uma situação desconfortante para propelir alguns indivíduos a agirem de modo que não gostariam. Pessoas que saem com o coração amargurado por ter de agir como um chato, por conta da incompreensão e até mesmo do destrambelhamento de ordem emocional daquele que , por mais sejam avisados, tendem a repetir os mesmos erros, a agir da mesma forma, a decair nas mesmas condutas.

Temos de pensar, minha gente, o que queremos de verdade numa situação ou contexto. Temos que ser verdadeiros primeiro conosco. Não seria lúcido perguntar assim: ‘Por que eu estou agindo desta maneira se sei não ser lícito?’. ‘Por que eu tenho este desejo oculto de ser oposição? ’Quero chamar a atenção? Quero ser melhor? Quero irritar? Qual o meu propósito? Por que eu insisto tanto em fazer algo que já sei pra não ser feito de tal forma? Temos que perguntar isto de forma concisa e PROFUNDA! Temos que olhar no espelho e perguntar à imagem que se nos apresenta: - Você é um Agente do Bem no Mundo?

Falsos moralistas, falsos amigos, falsos desejos de realmente contribuir nos rodeiam a mancheias. Se pelo menos fôssemos empáticos, sentiríamos  a necessidade real de contribuir com o crescimento do bem. A preguiça, misturada à vaidade, e, mais ainda , sendo irmã gêmea da inconsciência são os fatores basilares de uma cultura que se arrasta pelos vales da insensatez e se imiscui na safadeza de ser um ser humano que não prima verdadeiramente por evoluir e aprender e muito menos ajudar aos outros ou a um sistema.

Paciência, tolerância e indulgência só são necessárias até certo ponto. Depois disto se torna comportamento permissivo com a obsessão alheia.

A cultura de tirar vantagem ao máximo, do fazer  de conta que eu estou completamente certo e o outro errado ,da procura por irritar de forma sistemática, com a finalidade de, ou chamar a atenção, ou simplesmente quebrar uma harmonia é simplesmente comportamento obsessivo e desagregador.

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