Você é um Agente
do Bem no Mundo?
Selma Regina –
Aracaju-Sergipe – 10 de maio de 2016
- Porque as pessoas ainda costumam se comportar
como agentes sugadores e não promotores da felicidade genuína na Terra.
Esta foi a resposta audível à consciência de alguém
que observava estática a possível inconsciência humana...
***
Muitos são os sugadores de
oportunidades, os amigos apenas da boa-hora, as caras felizes quando se
desestabiliza um sistema que procura equilibrar-se da melhor forma.
Quantos de nós, verdadeiramente ,
objetivamos trazer nosso melhor ao mundo? Quantos de nós, inegavelmente,
desejamos e buscamos fazer o melhor também às vidas dos demais, de forma
solidária e desprendida? Que contribuição você tem dado àquelas pessoas que
estão dando o seu melhor ao mundo, muitas vezes se desgastando, a ponto de
cogitar que não valeria tanto a pena lutar por pessoas que NÃO ESTÃO NEM AÍ
para o esforço e boa-vontade delas? Estas perguntas só uma consciência que
esteja lúcida poderá responder sem barreiras.
Muitos são os que se comportam
como vítimas contumazes, a ponto de instigarem uma situação desconfortante para
propelir alguns indivíduos a agirem de modo que não gostariam. Pessoas que saem
com o coração amargurado por ter de agir como um chato, por conta da incompreensão
e até mesmo do destrambelhamento de ordem emocional daquele que , por mais
sejam avisados, tendem a repetir os mesmos erros, a agir da mesma forma, a decair
nas mesmas condutas.
Temos de pensar, minha gente, o que queremos de verdade numa
situação ou contexto. Temos que ser verdadeiros primeiro conosco. Não seria
lúcido perguntar assim: ‘Por que eu estou agindo desta maneira se sei não ser
lícito?’. ‘Por que eu tenho este desejo oculto de ser oposição? ’Quero chamar a
atenção? Quero ser melhor? Quero irritar? Qual o meu propósito? Por que eu
insisto tanto em fazer algo que já sei pra não ser feito de tal forma? Temos
que perguntar isto de forma concisa e PROFUNDA! Temos que olhar no espelho e
perguntar à imagem que se nos apresenta: -
Você é um Agente do Bem no Mundo?
Falsos moralistas, falsos amigos,
falsos desejos de realmente contribuir nos rodeiam a mancheias. Se pelo menos
fôssemos empáticos, sentiríamos a
necessidade real de contribuir com o crescimento do bem. A preguiça, misturada à
vaidade, e, mais ainda , sendo irmã gêmea da inconsciência são os fatores basilares
de uma cultura que se arrasta pelos vales da insensatez e se imiscui na
safadeza de ser um ser humano que não prima verdadeiramente por evoluir e
aprender e muito menos ajudar aos outros ou a um sistema.
Paciência, tolerância e
indulgência só são necessárias até certo ponto. Depois disto se torna
comportamento permissivo com a obsessão alheia.
A cultura de tirar vantagem ao
máximo, do fazer de conta que eu estou
completamente certo e o outro errado ,da procura por irritar de forma
sistemática, com a finalidade de, ou chamar a atenção, ou simplesmente quebrar
uma harmonia é simplesmente comportamento obsessivo e desagregador.
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